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3 dicas simples para limpar a energia da sua casa para o fim do ano

Todo fim de ano arrumamos nossas casas para as festas. Recebemos várias pessoas, algumas próximas, outras nem tanto. Também temos alguns dias a mais para ficar em casa e colocar em dia aquela arrumação que vamos adiando durante o ano por falta de tempo. Por isso separei 3 maneiras simples para você limpar a energia da sua casa e atrair a positividade para o ano que se inicia.

1 - Para mandar embora a negatividade. Você vai precisar de  1 punhado de arruda Óleo essencial de Alecrim Água 30 ml de álcool de cereais 1 borrifador simples Mecere um punhado de arruda, coe o suco que sair da planta e reserve. Em uma embalagem spray de 100 ml adicione: 70 ml de água, 30 ml de álcool de cereais, 50 gotas do óleo essencial de Alecrim e o suco macerado da arruda. Agite bem antes de usar. Borrife por todos os ambientes da casa sempre que estiver sentindo a energia pesada.

2 - Para proteger contra inveja e energias nocivas que possam entrar na sua casa junto com um convidado.
Nem sempre quem entra na nossa ca…

Pessoas burras gostam mais de sair com os amigos

Qual é a sua sexta-feira ideal? A resposta pode depender do quão inteligente você é. Um time internacional de psicólogos desenvolveu um estudo para entender como a felicidade humana está ligada à inteligência e à socialização.

A principal conclusão do estudo foi que pessoas menos inteligentes ficam progressivamente mais felizes conforme aumenta a frequência com que socializam com os amigos. Ou seja, sair com gente próxima aumenta seu bem estar e sua satisfação com a vida.

Já com as pessoas muito inteligentes, não existia essa associação. Socialização e amizade não afetavam a felicidade. Pior: para as pessoas extremamente inteligentes, com o maior QI, a felicidade diminuía quanto mais tempo passavam com pessoas queridas.

Os pesquisadores do estudo são especialistas em psicologia evolutiva – ou seja, acreditam que, assim como os fatores biológicos, nossos comportamentos também foram selecionados naturalmente, prevalecendo os mais adaptados à situação.

O que eles propõem é a Teoria da Felicidade na Savana. Para eles, a inteligência nada mais é do que uma adaptação ao mundo moderno: quem é menos inteligente tem mais dificuldade de lidar com os desafios dos tempos atuais. Seu raciocínio e suas emoções ainda seriam muito parecidos com aqueles que apresentavam os humanos antigos, tribais e gregários, na savana africana. Já quem é mais inteligente estaria melhor adaptado psicologicamente aos dias de hoje.

Na pesquisa, eles avaliaram a inteligência com testes de QI e de inteligência verbal (quanto mais extenso o vocabulário do participante, maior sua pontuação). Depois, avaliaram a satisfação que essas pessoas sentiam em várias situações, que remetiam ao estilo de vida moderno ou pré-histórico.

As pessoas com menor QI se sentiam mais satisfeitas em ambientes mais vazios e menos populosos. Sua felicidade diminuía quando eram expostos aos grandes centros urbanos lotados e impessoais. Encontrar os amigos, portanto, seria uma compensação, criando círculos mais íntimos e, de certa forma, tribais.

Já os mais inteligentes se sentiam bem, mesmo isolados na cidade grande, fortalecendo a teoria dos pesquisadores de que estão mais adaptados à modernidade.

Mas a pesquisa também encontrou uma informação curiosa. As pessoas mais inteligentes curtem menos os momentos com os amigos, isso já sabemos. Porém, saem com os amigos com uma frequência igual ou maior do que os amigos mais burrinhos.

Isso significa que ou eles não percebem que aquilo não os deixa contentes ou existe uma pressão social que diz que você deveria ficar mais feliz por conviver com pessoas queridas. E aí eles reproduzem o comportamento mesmo que não se sintam mais satisfeitos.

Fonte:Superinteressante


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